Hoje acordei pensando em você e no amor que sentia. Amor não correspondido, velado e platônico.
Sempre esperei por uma oportunidade de poder declarar esse sentimento que aflorava em meu peito.
Nunca houve um olhar, um sorriso que despertasse minha coragem. Nunca pude compartilhar contigo tudo o que sentia.
Passei anos vivendo na esperança de, um dia, você me enxergar com outros olhos. Em vão.
Anos perdidos! Talvez não.
Uma outra forma de amor, talvez. Um amor unilateral e solitário.
Lembrei-me de você. Onde estará? O que estará fazendo? Quem estará ao seu lado? Como você estará?
Penso como seria se o destino tivesse unido nossas vidas. E como seria nossa história. Mas não a tivemos.
Saudades daquele tempo? De sofrer por um amor não retribuído? Sinceramente, não tenho. Nostalgia de uma juventude desperdiçada, sim.
Você não soube me amar. Eu não tive a chance de ensinar a você.
O tempo passou, nos perdemos pelos caminhos da vida, cada um para seu lado.
Talvez, um dia, possamos nos encontrar. Ou não.
Nada, porém, vai mudar o que senti: o amargo gosto da desilusão.
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