Poderia ser, também, algo engraçado, no estilo besteirol. Se eu soubesse fazer mixagem, ficaria muito engraçado. Algo como:
"Vem aqui que agora eu tô mandando
Vem meu cachorrinho, a sua dona tá chamando" (Cachorrinho - Kelly Key)
"Hoje é festa lá no meu apê
Pode aparecer
Vai rolar bundalelê" (Festa no apê - Latino)"
E o povo todo pulando
E o povo todo gritando
Mexe mexe que é bom
Mexe mexe que é bom
Tá todo mundo colado
Todo mundo apertado
Mas mexe mexe que é bom..." (Mexe que é bom - Zezé di Camargo e Luciano)
"Você
É mais do que sei
É mais que pensei
É mais que esperava, baby
Você
É algo assim..." (Você - Tim Maia)
"homem é homem,
menino é menino,
macaco é macaco e
viado é viado" (Homem é homem - Falcão)
"Vira, vira, vira homem, vira, vira
Vira, vira, lobisomen" (O Vira - Secos e Molhados)
"Safado! Cachorro! Sem-vergonha!.." (Safado, cachorro, sem vergonha - Babado Novo)
"Sai da minha aba
Sai pra lá
Sem essa de não poder me ver
Sai da minha aba
Sai pra lá
Não aturo mais você" (Sai da minha aba - Só Pra Contrariar)
"Vai Vadiar! Vai vadiar!Vai Vadiar! Vai Vadiar!" (Vai vadiar - Zeca pagodinho)
"O que que eu faço pra dar minha piriquita
Que a muito tempo não dá uma puladinha
O que que eu faço pra dar minha piriquita
Que a muito tempo não dá uma puladinha
Quem vai querer a minha piriquita?
A minha piriquita? A minha piriquita" (A Periquita - Forró Real)
"Glamurosa, rainha do funk
Poderosa, olhar de diamante" (Rainha do black - MC Marcinho)
"Tchutchuca" (Tchutchuca - Bonde do Tigrão)
"Eu sou linda, absoluta, eu sou Sthefany!"
domingo, 1 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
BRINCANDO COM MÚSICA
É uma brincadeira antiga, em que muita gente já se divertiu: contar uma estoria ou uma situação juntando partes de varias músicas. Ou usando títulos de filmes , ou das proprias músicas. Muitas comunidades no Orkut já fizeram uso dessa brincadeira entre seus membros. O resultado é muito interessante ou hilario. Eu sempre gostei da brincadeira, porque você tem de ser criativo e, se estiver ao vivo e a cores, rápido, para não perder o "gancho" da estoria. Vamos tentar um exemplo "light" (entre parênteses, apenas o nome da música e quem canta, não faz parte da estorinha):
"Domingo quero te encontrar
E desabafar todo o meu sofrer" (Domingo - Só Pra Contrariar)
"Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos" (Sol de Primavera - Flavio Venturini)
"É primavera, te amo
Meu amor
Trago essa rosa, para lhe dar" (Primavera - Tim Maia)
"Meu amor,
Olha só hoje o sol não apareceu" (Eva - Radio Taxi)
"Está chovendo estrelas, tempestade de paixão
Iluminando o meu coração" (Chovendo estrelas - Guilherme e Santiago)
"Talvez eu seja
O último romântico
Dos litorais
Desse Oceano Atlântico..." (O Último Romântico - Lulu Santos)
"Eu quero te roubar pra mim
Eu que não sei pedir nada" (Encostar na tua - Ana Carolina)
"Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão" (Se eu não te amasse tanto assim - Ivete Sangalo)
"Eu e você
Não é assim tão complicado
Não é difícil perceber...
Quem de nós dois
Vai dizer que é impossível
O amor acontecer..." (Quem de nós dois - Ana Carolina)
"Então vem...Que nos teus braços esse amor é uma canção
Eu não consigo te esquecer
Cada minuto é muito tempo sem você, sem você..." (Amor Perfeito - Roberto Carlos)
"Que estou apaixonado
Que este amor é tão grande
Que estou apaixonado
E só penso em você a todo instante" (Estou apaixonado - Daniel)
E por aí vai...
"Domingo quero te encontrar
E desabafar todo o meu sofrer" (Domingo - Só Pra Contrariar)
"Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos" (Sol de Primavera - Flavio Venturini)
"É primavera, te amo
Meu amor
Trago essa rosa, para lhe dar" (Primavera - Tim Maia)
"Meu amor,
Olha só hoje o sol não apareceu" (Eva - Radio Taxi)
"Está chovendo estrelas, tempestade de paixão
Iluminando o meu coração" (Chovendo estrelas - Guilherme e Santiago)
"Talvez eu seja
O último romântico
Dos litorais
Desse Oceano Atlântico..." (O Último Romântico - Lulu Santos)
"Eu quero te roubar pra mim
Eu que não sei pedir nada" (Encostar na tua - Ana Carolina)
"Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão" (Se eu não te amasse tanto assim - Ivete Sangalo)
"Eu e você
Não é assim tão complicado
Não é difícil perceber...
Quem de nós dois
Vai dizer que é impossível
O amor acontecer..." (Quem de nós dois - Ana Carolina)
"Então vem...Que nos teus braços esse amor é uma canção
Eu não consigo te esquecer
Cada minuto é muito tempo sem você, sem você..." (Amor Perfeito - Roberto Carlos)
"Que estou apaixonado
Que este amor é tão grande
Que estou apaixonado
E só penso em você a todo instante" (Estou apaixonado - Daniel)
E por aí vai...
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
DOIS PRÍNCIPES E UM SAPO
Dois lindos príncipes, um loiro e um moreno. E um sapo gordo.
O príncipe loiro, lindo, olhos profundamente verdes, belo sorriso nos labios rosados, cabelos dourados ao vento.
O príncipe moreno, também lindo, de olhar castanhamente penetrante, sorriso enigmático, uma mecha de macios cabelos teimando em cair na testa.
O sapo, gordo.
O príncipe loiro, charmoso, carinhoso e inteligente.
O príncipe moreno, independente, prático e inteligente.
O sapo gordo, carente.
O príncipe loiro, desapegado, disperso, evasivo.
O príncipe moreno, desdenhoso, desatinado, fugaz.
O sapo gordo, depois do beijo da princesa: bem-humorado, carinhoso, sincero, romântico, sexy, inteligente, comprometido, afinal, tudo que uma princesa poderia esperar de um legítimo príncipe.
MORAL DA ESTORIA: Não julgue pela aparencia.
O príncipe loiro, lindo, olhos profundamente verdes, belo sorriso nos labios rosados, cabelos dourados ao vento.
O príncipe moreno, também lindo, de olhar castanhamente penetrante, sorriso enigmático, uma mecha de macios cabelos teimando em cair na testa.
O sapo, gordo.
O príncipe loiro, charmoso, carinhoso e inteligente.
O príncipe moreno, independente, prático e inteligente.
O sapo gordo, carente.
O príncipe loiro, desapegado, disperso, evasivo.
O príncipe moreno, desdenhoso, desatinado, fugaz.
O sapo gordo, depois do beijo da princesa: bem-humorado, carinhoso, sincero, romântico, sexy, inteligente, comprometido, afinal, tudo que uma princesa poderia esperar de um legítimo príncipe.
MORAL DA ESTORIA: Não julgue pela aparencia.
CHIQUE E BREGA
É CHIQUE gostar e ouvir jazz, blues, e música clássica.
É BREGA cantar e dançar funk, forró e hip hop.
É CHIQUE comer caviar ou fois gras em restaurante francês.
É BREGA comer churrasco grego ou hot dog na rua.
É CHIQUE blanquet de peru no café, faisão no almoço e salmão no jantar.
É BREGA mortadela no café, frango caipira no almoço e sardinha no jantar.
É CHIQUE usar chapeu no grande premio de turfe no Joquei.
É BREGA usar boné em qualquer ocasião.
É CHIQUE champanhe francês no Reveillon.
É BREGA sidra de fruta em casamento.
É CHIQUE ser autêntico e não importar-se com as convenções e modismos, só para pertencer a um grupo.
É BREGA ser fútil e fingir gostar de alguma coisa só para estar na moda e ser aceito pela sociedade.
Afinal, cada um é livre para gostar de qualquer coisa, independente se está na moda ou não, se é chique ou brega, e aquele que não aceitar seu semelhante do jeito que ele é, ainda não atingiu a maturidade.
É BREGA cantar e dançar funk, forró e hip hop.
É CHIQUE comer caviar ou fois gras em restaurante francês.
É BREGA comer churrasco grego ou hot dog na rua.
É CHIQUE blanquet de peru no café, faisão no almoço e salmão no jantar.
É BREGA mortadela no café, frango caipira no almoço e sardinha no jantar.
É CHIQUE usar chapeu no grande premio de turfe no Joquei.
É BREGA usar boné em qualquer ocasião.
É CHIQUE champanhe francês no Reveillon.
É BREGA sidra de fruta em casamento.
É CHIQUE ser autêntico e não importar-se com as convenções e modismos, só para pertencer a um grupo.
É BREGA ser fútil e fingir gostar de alguma coisa só para estar na moda e ser aceito pela sociedade.
Afinal, cada um é livre para gostar de qualquer coisa, independente se está na moda ou não, se é chique ou brega, e aquele que não aceitar seu semelhante do jeito que ele é, ainda não atingiu a maturidade.
sábado, 24 de outubro de 2009
FRASES INESQUECIVEIS
Muitas vezes, repetimos uma frase que ouvimos alguém dizer, porque a achamos pertinente, interessante, engraçada, porque marcou a historia, etc. Às vezes, até esquecemos o nome do autor, mas não a frase. Vez ou outra, inserimo-nas no nosso cotidiano, nos nossos escritos, nas nossas conversas. Uma frase não precisa ser inteligente, filosófica, profunda, educada, para se perpetuar. Quando ela não significa nada, não diz nada, não causa celeuma, ela se perde no tempo, se dissipa. Quem nunca repetiu, pelo menos uma vez na vida, uma das frases a seguir?
- "Ser ou não ser, eis a questão." - Hamlet, personagem de William Shakespeare
- "Elementar, meu caro Watson." - Sherlock Holmes, personegem de Arthur Conan Doyle
- "Meu reino por um cavalo." - Ricardo III, na peça de William Shakespeare
- "Penso, logo existo." - René Descartes
- "Vi, vim e venci." - Julio Cesar
- "Se não têm pão, por que não comem brioches?" - Rainha Antonieta, da França
- "Nesta terra, em se plantando, tudo dá." - Pero Vaz Caminha
- "Só vos prometo sangue, suor e lágrimas." - Winston Churchill
- "Saio da vida para entrar na Historia." - Getulio Vargas
- "Fí-lo porque quí-lo" - Jânio Quadros
- "É preciso ser duro, mas sem perder a ternura, jamais." - Che Guevara
- "A terra é azul." - Iúri Gagárin
- "Estupra, mas não mata." - Paulo Maluf
- "Relaxa e goza." Marta Suplicy
- "O cachorro também é um ser humano." - Antonio Rogerio Magri (pra mim, a melhor de todas)
Se formos escrever frases de políticos, o espaço vai ser pequeno, pois o repertorio é de fazer inveja a Justo Veríssimo e Odorico Paraguaçu, juntos.
- "Ser ou não ser, eis a questão." - Hamlet, personagem de William Shakespeare
- "Elementar, meu caro Watson." - Sherlock Holmes, personegem de Arthur Conan Doyle
- "Meu reino por um cavalo." - Ricardo III, na peça de William Shakespeare
- "Penso, logo existo." - René Descartes
- "Vi, vim e venci." - Julio Cesar
- "Se não têm pão, por que não comem brioches?" - Rainha Antonieta, da França
- "Nesta terra, em se plantando, tudo dá." - Pero Vaz Caminha
- "Só vos prometo sangue, suor e lágrimas." - Winston Churchill
- "Saio da vida para entrar na Historia." - Getulio Vargas
- "Fí-lo porque quí-lo" - Jânio Quadros
- "É preciso ser duro, mas sem perder a ternura, jamais." - Che Guevara
- "A terra é azul." - Iúri Gagárin
- "Estupra, mas não mata." - Paulo Maluf
- "Relaxa e goza." Marta Suplicy
- "O cachorro também é um ser humano." - Antonio Rogerio Magri (pra mim, a melhor de todas)
Se formos escrever frases de políticos, o espaço vai ser pequeno, pois o repertorio é de fazer inveja a Justo Veríssimo e Odorico Paraguaçu, juntos.
domingo, 11 de outubro de 2009
PRA QUEM GOSTA DO REI
"O jovem Elvis Presley", biografia romanceada, do jornalista Ayrton Mugnaini Jr, é o novo lançamento literario, que destaca a infancia e a juventude do Rei do Rock, dentro de um contexto histórico.
Ayrton é jornalista, compositor, cantor, escritor, tradutor, pesquisador de música popular. Ex-integrante do Língua de Trapo (o original dos anos 1980), é autor de livros sobre Adoniran Barbosa, Rita Lee, Chiquinha Gonzaga, Raul Seixas, Queen, além da primeira enciclopédia sobre música sertaneja.
Fonte: Jornal Unidade set/out/2009 e blog do autor
Ayrton é jornalista, compositor, cantor, escritor, tradutor, pesquisador de música popular. Ex-integrante do Língua de Trapo (o original dos anos 1980), é autor de livros sobre Adoniran Barbosa, Rita Lee, Chiquinha Gonzaga, Raul Seixas, Queen, além da primeira enciclopédia sobre música sertaneja.
Fonte: Jornal Unidade set/out/2009 e blog do autor
RIO 2016
O assunto agora é a cidade do Rio de Janeiro sediar as Olimpíadas de 2016. Sim, nós podemos. Muito precisa ser feito ainda e tem-se quase sete anos para deixar a cidade mais maravilhosa. Temos tudo para fazer bonito e tornar o evento inesquecivel. Espero que haja empenho de todos os setores envolvidos, afinal o Barão de Coubertin já ficaria encantado só em chegar à cidade.
Parabens, Rio de Janeiro! Os brasileiros estão orgulhosos!
"O Rio de Janeiro continua lindo..." - Aquele abraço - Gilberto Gil
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
LOURENÇO DIAFÉRIA
Em 16 de setembro de 2008, aos 75 anos, morreu Lourenço Diaféria. Lembrei-me da primeira crônica que li, deste autor, nos tempos da faculdade. Foi tema de discussão em sala de aula, porque, na época em que foi escrita, ele foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional, por ter sido desrespeitoso com um "símbolo da pátria". Em 1977, isso era possivel. Eu nunca esqueci esta crônica e aqui eu reproduzo-a, na íntegra.
HERÓI. MORTO. NÓS.
[Crônica publicada em 1º de setembro de 1977 / Folha de S.Paulo]
Neste texto foi mantida a grafia original da época
Lourenço Diaféria
Não me venham com besteiras de dizer que herói não existe. Passei metade do dia imaginando uma palavra menos desgastada para definir o gesto desse sargento Sílvio, que pulou no poço das ariranhas, para salvar o garoto de catorze anos, que estava sendo dilacerado pelos bichos.
O garoto está salvo. O sargento morreu e está sendo enterrado em sua terra.
Que nome devo dar a esse homem?
Escrevo com todas as letras: o sargento Silvio é um herói. Se não morreu na guerra, se não disparou nenhum tiro, se não foi enforcado, tanto melhor.
Podem me explicar que esse tipo de heroísmo é resultado de uma total inconsciência do perigo. Pois quero que se lixem as explicações. Para mim, o herói -como o santo- é aquele que vive sua vida até as últimas consequências.
O herói redime a humanidade à deriva.
Esse sargento Silvio podia estar vivo da silva com seus quatro filhos e sua mulher. Acabaria capitão, major.
Está morto.
Um belíssimo sargento morto.
E todavia.
Todavia eu digo, com todas as letras: prefiro esse sargento herói ao duque de Caxias.
O duque de Caxias é um homem a cavalo reduzido a uma estátua. Aquela espada que o duque ergue ao ar aqui na Praça Princesa Isabel -onde se reúnem os ciganos e as pombas do entardecer- oxidou-se no coração do povo. O povo está cansado de espadas e de cavalos. O povo urina nos heróis de pedestal. Ao povo desgosta o herói de bronze, irretocável e irretorquível, como as enfadonhas lições repetidas por cansadas professoras que não acreditam no que mandam decorar.
O povo quer o herói sargento que seja como ele: povo. Um sargento que dê as mãos aos filhos e à mulher, e passeie incógnito e desfardado, sem divisas, entre seus irmãos.
No instante em que o sargento -apesar do grito de perigo e de alerta de sua mulher- salta no fosso das simpáticas e ferozes ariranhas, para salvar da morte o garoto que não era seu, ele está ensinando a este país, de heróis estáticos e fundidos em metal, que todos somos responsáveis pelos espinhos que machucam o couro de todos.
Esse sargento não é do grupo do cambalacho.
Esse sargento não pensou se, para ser honesto para consigo mesmo, um cidadão deve ser civil ou militar. Duvido, e faço pouco, que esse pobre sargento morto fez revoluções de bar, na base do uísque e da farolagem, e duvido que em algum instante ele imaginou que apareceria na primeira página dos jornais.
É apenas um homem que -como disse quando pressentiu as suas últimas quarenta e oito horas, quando pressentiu o roteiro de sua última viagem- não podia permanecer insensível diante de uma criança sem defesa.
O povo prefere esses heróis: de carne e sangue.
Mas, como sempre, o herói é reconhecido depois, muito depois. Tarde demais.
É isso, sargento: nestes tempos cruéis e embotados, a gente não teve o instante de te reconhecer entre o povo. A gente não distinguiu teu rosto na multidão. Éramos irmãos, e só descobrimos isso agora, quando o sangue verte, e quanto te enterramos. O herói e o santo é o que derrama seu sangue. Esse é o preço que deles cobramos.
Podíamos ter estendido nossas mãos e te arrancando do fosso das ariranhas -como você tirou o menino de catorze anos- mas queríamos que alguém fizesse o gesto de solidariedade em nosso lugar.
Sempre é assim: o herói e o santo é o que estende as mãos.
E este é o nosso grande remorso: o de fazer as coisas urgentes e inadiáveis -tarde demais.
HERÓI. MORTO. NÓS.
[Crônica publicada em 1º de setembro de 1977 / Folha de S.Paulo]
Neste texto foi mantida a grafia original da época
Lourenço Diaféria
Não me venham com besteiras de dizer que herói não existe. Passei metade do dia imaginando uma palavra menos desgastada para definir o gesto desse sargento Sílvio, que pulou no poço das ariranhas, para salvar o garoto de catorze anos, que estava sendo dilacerado pelos bichos.
O garoto está salvo. O sargento morreu e está sendo enterrado em sua terra.
Que nome devo dar a esse homem?
Escrevo com todas as letras: o sargento Silvio é um herói. Se não morreu na guerra, se não disparou nenhum tiro, se não foi enforcado, tanto melhor.
Podem me explicar que esse tipo de heroísmo é resultado de uma total inconsciência do perigo. Pois quero que se lixem as explicações. Para mim, o herói -como o santo- é aquele que vive sua vida até as últimas consequências.
O herói redime a humanidade à deriva.
Esse sargento Silvio podia estar vivo da silva com seus quatro filhos e sua mulher. Acabaria capitão, major.
Está morto.
Um belíssimo sargento morto.
E todavia.
Todavia eu digo, com todas as letras: prefiro esse sargento herói ao duque de Caxias.
O duque de Caxias é um homem a cavalo reduzido a uma estátua. Aquela espada que o duque ergue ao ar aqui na Praça Princesa Isabel -onde se reúnem os ciganos e as pombas do entardecer- oxidou-se no coração do povo. O povo está cansado de espadas e de cavalos. O povo urina nos heróis de pedestal. Ao povo desgosta o herói de bronze, irretocável e irretorquível, como as enfadonhas lições repetidas por cansadas professoras que não acreditam no que mandam decorar.
O povo quer o herói sargento que seja como ele: povo. Um sargento que dê as mãos aos filhos e à mulher, e passeie incógnito e desfardado, sem divisas, entre seus irmãos.
No instante em que o sargento -apesar do grito de perigo e de alerta de sua mulher- salta no fosso das simpáticas e ferozes ariranhas, para salvar da morte o garoto que não era seu, ele está ensinando a este país, de heróis estáticos e fundidos em metal, que todos somos responsáveis pelos espinhos que machucam o couro de todos.
Esse sargento não é do grupo do cambalacho.
Esse sargento não pensou se, para ser honesto para consigo mesmo, um cidadão deve ser civil ou militar. Duvido, e faço pouco, que esse pobre sargento morto fez revoluções de bar, na base do uísque e da farolagem, e duvido que em algum instante ele imaginou que apareceria na primeira página dos jornais.
É apenas um homem que -como disse quando pressentiu as suas últimas quarenta e oito horas, quando pressentiu o roteiro de sua última viagem- não podia permanecer insensível diante de uma criança sem defesa.
O povo prefere esses heróis: de carne e sangue.
Mas, como sempre, o herói é reconhecido depois, muito depois. Tarde demais.
É isso, sargento: nestes tempos cruéis e embotados, a gente não teve o instante de te reconhecer entre o povo. A gente não distinguiu teu rosto na multidão. Éramos irmãos, e só descobrimos isso agora, quando o sangue verte, e quanto te enterramos. O herói e o santo é o que derrama seu sangue. Esse é o preço que deles cobramos.
Podíamos ter estendido nossas mãos e te arrancando do fosso das ariranhas -como você tirou o menino de catorze anos- mas queríamos que alguém fizesse o gesto de solidariedade em nosso lugar.
Sempre é assim: o herói e o santo é o que estende as mãos.
E este é o nosso grande remorso: o de fazer as coisas urgentes e inadiáveis -tarde demais.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
UM POUQUINHO DE HISTÓRIA
Quanto tempo durou a Guerra Fria? Ou a Guerra Civil Espanhola? As respostas, nem sempre, estão na ponta da língua, precisamos de um tempo pra relembrar o tempo de escola ou, como é mais provavel, pesquisar na internet. Temos aqui algumas guerras e sua duração:
- Guerra dos Cem Anos - 116 anos
- Guerra dos Trinta Anos - 41 anos
- Guerra dos Treze Anos - 12 anos
- Guerra dos Seis Dias - 5 dias
- Guerra de Tróia - 10 anos
- Guerra das Rosas - 30 anos
- Guerra Civil Espanhola - 3 anos
- Guerra da Secessão - 4 anos
- Primeira Guerra Mundial - 4 anos
- Segunda Guerra Mundial - 6 anos
- Guerra dos Farrapos - 10 anos
- Guerra do Paraguai - 6 anos
- Guerra da Nicarágua - 20 anos
- Guerra do Vietnã - 16 anos
- Guerra do Golfo - 6 semanas
- Guerra Fria - 41 anos
- Guerra dos Cem Anos - 116 anos
- Guerra dos Trinta Anos - 41 anos
- Guerra dos Treze Anos - 12 anos
- Guerra dos Seis Dias - 5 dias
- Guerra de Tróia - 10 anos
- Guerra das Rosas - 30 anos
- Guerra Civil Espanhola - 3 anos
- Guerra da Secessão - 4 anos
- Primeira Guerra Mundial - 4 anos
- Segunda Guerra Mundial - 6 anos
- Guerra dos Farrapos - 10 anos
- Guerra do Paraguai - 6 anos
- Guerra da Nicarágua - 20 anos
- Guerra do Vietnã - 16 anos
- Guerra do Golfo - 6 semanas
- Guerra Fria - 41 anos
domingo, 30 de agosto de 2009
QUAL O NOME DELES?
Várias pessoas, por muitos motivos, nem sempre usam o seu nome de batismo, seja nos esportes, na música, na historia, na literatura, etc. Muitas vezes, o craque, o ídolo ou a personalidade é conhecido apenas por um nome mais "comercial", mais "sonoro", pelo apelido, pela "alcunha", etc. Algumas dessas pessoas, conhecemos pelo nome completo e pelo nome pelo qual ficou conhecida, e outras, a gente nem imagina o real nome dessa pessoa. Eis aqui uma listinha de famosos e seus verdadeiros nomes (* todas essas personalidades e seus verdadeiros nomes podem ser encontrados na internet):
- Pelé - Edson Arantes do Nascimento
- Garrincha - Manoel dos Santos
- Zico - Arthur Antunes Coimbra Junior
- Popó - Acelino Freitas
- Mohammad Ali-Haj - Cassius Marcellus Clay Jr.
- Silvio Santos - Senor Abravanel
- Chacrinha - José Abelardo Barbosa de Medeiros
- Susana Flag - Nelson Falcão Rodrigues
- Stanislaw Ponte Preta - Sergio Porto
- Buda - Sidarta Gautama
- João Paulo II - Karol Wojtyla
- Bento XVI - Joseph Alois Ratzinger
- Lampião - Virgulino Ferreira da Silva
- Duque de Caxias - Luis Alves de Lima e Silva
- Marquesa de Santos - Domitila de Castro Canto e Mello
- Lima Duarte - Ariclenes Venancio Martins
- Fernanda Montenegro - Arlette Pinheiro Esteves da Silva
- Zeca Pagodinho - Jesse Gomes da Silva Filho
- Zezé di Camargo - Mirosmar José de Camargo e
- Luciano - Welson David de Camargo
- Leandro - José Luis Costa e
- Leonardo - Emival Eterno Costa
- Marilyn Monroe - Norma Jean Baker
- Nicolas Cage - Nicolas Kim Coppola
- Brad Pitt - William Bradley Pitt
- Madonna - Louise Veronica Ciccone
- Pelé - Edson Arantes do Nascimento
- Garrincha - Manoel dos Santos
- Zico - Arthur Antunes Coimbra Junior
- Popó - Acelino Freitas
- Mohammad Ali-Haj - Cassius Marcellus Clay Jr.
- Silvio Santos - Senor Abravanel
- Chacrinha - José Abelardo Barbosa de Medeiros
- Susana Flag - Nelson Falcão Rodrigues
- Stanislaw Ponte Preta - Sergio Porto
- Buda - Sidarta Gautama
- João Paulo II - Karol Wojtyla
- Bento XVI - Joseph Alois Ratzinger
- Lampião - Virgulino Ferreira da Silva
- Duque de Caxias - Luis Alves de Lima e Silva
- Marquesa de Santos - Domitila de Castro Canto e Mello
- Lima Duarte - Ariclenes Venancio Martins
- Fernanda Montenegro - Arlette Pinheiro Esteves da Silva
- Zeca Pagodinho - Jesse Gomes da Silva Filho
- Zezé di Camargo - Mirosmar José de Camargo e
- Luciano - Welson David de Camargo
- Leandro - José Luis Costa e
- Leonardo - Emival Eterno Costa
- Marilyn Monroe - Norma Jean Baker
- Nicolas Cage - Nicolas Kim Coppola
- Brad Pitt - William Bradley Pitt
- Madonna - Louise Veronica Ciccone
sexta-feira, 26 de junho de 2009
JORNALISTAS SEM DIPLOMA, QUEM SERÃO OS PRÓXIMOS?
No último dia 17/06, o Supremo Tribunal Federal decidiu, por oito votos a um, que, para exercer a profissão de jornalista, não há mais a necessidade do diploma universitário, ou seja, não é mais obrigatorio a formação acadêmica específica para o desempenho profissional.
Os Ministros entenderam que o Jornalismo é uma atividade intelectual e não técnica. Como assim? Acho que minha parte intelectual não me permite ver onde não encontrar "técnica", pois vejo o uso de técnicas para captação das noticias, para eleboração de uma reportagem, na publicação ou edição; para cada público específico, para cada tipo de midia, técnicas diferentes.
Vejo essa decisão sob dois aspectos negativos: o primeiro sob o aspecto da empregabilidade. Num mercado já tão dificil para o jornalista de formação, com cursos de aperfeiçoamento e especialização, a mão de obra vai ficar abundante, mais barata e sem qualidade. Além disso, corre-se o risco (quase certo) de aumentar os empregos por "Q.I" (quem indicou). Grandes engodos apareceram, embustes mascarados surgiram e farão seus nomes... (até sabe-se quando).
O segundo aspecto é também muito perigoso porque abre precedente para que isso ocorra com outras profissões que, hoje, necessitam de diploma e registro. Claro que um médico ou engenheiro sempre vai precisar de formação acadêmica, mas o advogado, por exemplo, poderia exercer a profissão sem diploma. (Que não fiquem bravos os nobres causídicos!) Como bacharel em direito, falo com conhecimento de causa, pois se uma pessoa de nível medio se dedicar ao estudo das doutrinas jurídicas, ele tem grandes chances de sair-se bem. E tem mais: há um certo tempo, hoje não mais, pelo menos que seja do meu conhecimento, existiam algumas faculdades de Direito, por correspondencia, ou à distancia, ou não-presenciais, não sei bem o nome que se usava na época. O aluno só aparecia uma vez por mês ou a cada bimestre para fazer uma prova. Ou seja, ele estudava sozinho, o que qualquer pessoa pode fazer de sua casa, basta dedicação. E muitos advogados conseguiram seu diploma assim, conseguiram seu registro na OAB e exercem muito bem a profissão, porque se dedicaram e se esforçaram.
Se algum dia for permitido ao cidadão comum poder prover sua propria defesa perante o Judiciario, os primeiros a se defender serão os presos na area criminal (todos sabem os artigos, incisos, parágrafos em que foram enquadrados e suas respectivas penas, quanto tempo ficarão presos, quanto tempo levarão para ter progressão de pena, etc).
E agora, o que eu faço com meu lindo diploma de bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo? Rasgo e jogo fora no lixo? Queimo, como queimaram os "sutiens" nos anos 60? Ou deixo pendurado para esconder a mancha na pintura da parede?
(Cada um está fazendo sua parte para tentar reverter essa situação.)
Os Ministros entenderam que o Jornalismo é uma atividade intelectual e não técnica. Como assim? Acho que minha parte intelectual não me permite ver onde não encontrar "técnica", pois vejo o uso de técnicas para captação das noticias, para eleboração de uma reportagem, na publicação ou edição; para cada público específico, para cada tipo de midia, técnicas diferentes.
Vejo essa decisão sob dois aspectos negativos: o primeiro sob o aspecto da empregabilidade. Num mercado já tão dificil para o jornalista de formação, com cursos de aperfeiçoamento e especialização, a mão de obra vai ficar abundante, mais barata e sem qualidade. Além disso, corre-se o risco (quase certo) de aumentar os empregos por "Q.I" (quem indicou). Grandes engodos apareceram, embustes mascarados surgiram e farão seus nomes... (até sabe-se quando).
O segundo aspecto é também muito perigoso porque abre precedente para que isso ocorra com outras profissões que, hoje, necessitam de diploma e registro. Claro que um médico ou engenheiro sempre vai precisar de formação acadêmica, mas o advogado, por exemplo, poderia exercer a profissão sem diploma. (Que não fiquem bravos os nobres causídicos!) Como bacharel em direito, falo com conhecimento de causa, pois se uma pessoa de nível medio se dedicar ao estudo das doutrinas jurídicas, ele tem grandes chances de sair-se bem. E tem mais: há um certo tempo, hoje não mais, pelo menos que seja do meu conhecimento, existiam algumas faculdades de Direito, por correspondencia, ou à distancia, ou não-presenciais, não sei bem o nome que se usava na época. O aluno só aparecia uma vez por mês ou a cada bimestre para fazer uma prova. Ou seja, ele estudava sozinho, o que qualquer pessoa pode fazer de sua casa, basta dedicação. E muitos advogados conseguiram seu diploma assim, conseguiram seu registro na OAB e exercem muito bem a profissão, porque se dedicaram e se esforçaram.
Se algum dia for permitido ao cidadão comum poder prover sua propria defesa perante o Judiciario, os primeiros a se defender serão os presos na area criminal (todos sabem os artigos, incisos, parágrafos em que foram enquadrados e suas respectivas penas, quanto tempo ficarão presos, quanto tempo levarão para ter progressão de pena, etc).
E agora, o que eu faço com meu lindo diploma de bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo? Rasgo e jogo fora no lixo? Queimo, como queimaram os "sutiens" nos anos 60? Ou deixo pendurado para esconder a mancha na pintura da parede?
(Cada um está fazendo sua parte para tentar reverter essa situação.)
quinta-feira, 11 de junho de 2009
CASAIS INESQUECIVEIS
- Pato Donald e Margarida (HQ)
- Popeye e Olivia (HQ)
- Romeu e Julieta (Literatura, Teatro)
- Dirceu e Marilia (Literatura)
- Peri e Ceci (Literatura)
- Bonnie e Clyde (Cinema)
- Clark Kent e Lois Lane (HQ, Cinema)
- Dom Quixote e Dulcineia (Literatura)
- Burt Lancaster e Debora Kerr (Cinema)
- Fred Astaire e Ginger Rogers (Cinema)
- Vivian Leigh e Clark Gable (Cinema)
- Ingrid Bergman e Humphrey Bogard (Cinema)
- Richard Burton e Elizabeth Taylor (Cinema, Vida Real)
- Alec Baldwin e Kim Bassinger (Cinema, Vida Real)
- Brad Pitt e Angelina Jolie (Cinema, Vida Real)
O amor é lindo! O amor dá ipobe, dá bilheteria. E todas as expressões de arte sabem disso. Por isso, ao longo dos tempos, encontramos belas estorias de amor no cinema, na literatura, nas novelas e até nos quadrinhos. Estorias que ultrapassam as barreiras do tempo, vencem os obstáculos e as maldades, e nos fazem sonhar.
Se depois dos beijos do príncipe, que despertou Branca de Neve, e do outro príncipe, que colocou o sapatinho de cristal no pé da Cinderela, todos viveram felizes para sempre, aí já é outra estoria. O que nos foi contado, quando criança, vai só até esse ponto. Hoje, a gente sabe que as estorias continuam, nem sempre tão feliz e nem sempre para sempre.
As estorias de amor invadem o imaginario popular, principalmente do público feminino, emocional por natureza. Todos vivem ou querem viver, pelo menos uma vez na vida, uma grande estoria de amor. Quem ainda não viveu, pode estar em busca , mas o amor chega quando menos se espera e de uma maneira surpreendente. E o bom será viver esse amor intensamente e como dizia o grande poeta Vinicius de Moraes: "Que seja eterno enquanto dure..."
FELIZ DIA DOS NAMORADOS!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
FEIJOADA AMEAÇADA
Não é a primeira vez que o reino animal comestivel passa por um boicote pela população e uma fase ruim para os negocios pecuarios. Os galinaceos passaram por situação semelhante com a tal gripe aviaria e os bovinos com a tal doença da vaca louca.
Quem sabe amanhã, ou depois, o camarão não tenha um surto psicótico e o bacalhau, uma doença nervosa causada por algum agente químico derramado acidentalmente no mar. Esquisito, talvez improvavel, mas possivel.
E como fica a nossa brasileiríssima feijoada?
Não fica, não dá para fazer feijoada só com feijão preto e carne seca, sem paio, sem linguiça (agora sem trema), sem as carnes suinas que a caracterizam, sem torresmo e sem caipirinha, claro.
Apesar de se falar que comer carne dee porco não traz nenhum risco de contaminação, muitas pessoas ficam com medo de ingerir carne suina e seus derivados.
Existe a opção de se fazer uma feijoada vegetariana, com carne de soja. Ihh!! Que os vegetarianos me desculpe, mas pra mim, não poderia ser usado esse nome. Já estive diante de uma e não tive coragem de experimentar. Tudo bem que há quem goste... mas feijoada tem de ser feijoada, tem de ter tudo que tem direito.
Que a feijoada não fique ameaçada por causa dessa pandemia! Pelo direito dos suinos de fazer parte desse tão tradicional prato servido todo sábado!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
"O AVIÃO! O AVIÃO!"
Nesta quarta-feira (14/01), o Sr. Roarke, ou seja, o ator Ricardo Montalbán morreu, em sua residência, em Los Angeles, aos oitenta e oito anos. A causa de sua morte não foi divulgada.
Nascido no México, Montalbán estreou em Hollywood em 1946, como protagonista ao lado de Esther Williams. Fez diversos filmes, entre eles "Jornada nas Estrelas II - A ira de Khan", mas o ator ficou mais conhecido como Sr. Roarke, da série de tevê "A Ilha da Fantasia", exibida em 157 episódios entre 1978 e 1984.
Fontes: Estadão, mofolandia, imdb, forums vwvortex (foto).
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
"SER JOVEM"
"A mocidade não é apenas uma quadra da vida, é um estado de alma.
"Ser jovem não é somente uma questão de faces rosadas e joelhos lépidos, é também uma questão de vontade, de imaginação, de emoções que brotam das fontes profundas da vida.
"A juventude significa a preponderância da coragem sobre a timidez, do espírito de aventura sobre o amor à comodidade.
"Ninguém se torna velho simplesmente por ter vivido certo número de anos. As pessoas tornam-se velhas quando abandonam seus ideais.
"O passar dos anos enruga o rosto, perder o entusiasmo enruga a alma.
"As preocupações, as dúvidas, o medo, o desespero é que são os longos anos, que fazem pender a cabeça e levam o espírito altaneiro a volver ao pó.
"Qualquer que seja a sua idade, não deixe que desapareça do seu coração o amor pelo maravilhoso, não fuja ao desafio dos acontecimentos, não perca a curiosidade infantil pelo que está por vir, nem a alegria pelo jogo da vida.
"Você será jovem quanto a fé que o anima, tão velho quanto as dúvidas que alimenta.
" Tão moço quanto a sua autoconfiança, tão idoso quanto a seu medo.
"Tão jovem quanto suas esperanças, tão velho quanto seu desespero.
"Enquanto seu coração puder captar mensagens de beleza, de esperança, de coragem, de aplausos, você permanecerá jovem.
"Quando, porém, se esgotar essa receptividade e seu coração se cobrir com as neves do pessimismo e os gelos do cinismo, que Deus, então, se apiede de sua alma de velho.
OBS.: Não sei, também, quem é o autor. Achei isso, datilografado, no meio de papéis guardados por alguns anos. Como eu disse, no final do ano, fiz uma limpeza no meu passado e joguei fora uma parte dele. Alguma coisa ainda guardei, outras se foram como os anos passados.
"Ser jovem não é somente uma questão de faces rosadas e joelhos lépidos, é também uma questão de vontade, de imaginação, de emoções que brotam das fontes profundas da vida.
"A juventude significa a preponderância da coragem sobre a timidez, do espírito de aventura sobre o amor à comodidade.
"Ninguém se torna velho simplesmente por ter vivido certo número de anos. As pessoas tornam-se velhas quando abandonam seus ideais.
"O passar dos anos enruga o rosto, perder o entusiasmo enruga a alma.
"As preocupações, as dúvidas, o medo, o desespero é que são os longos anos, que fazem pender a cabeça e levam o espírito altaneiro a volver ao pó.
"Qualquer que seja a sua idade, não deixe que desapareça do seu coração o amor pelo maravilhoso, não fuja ao desafio dos acontecimentos, não perca a curiosidade infantil pelo que está por vir, nem a alegria pelo jogo da vida.
"Você será jovem quanto a fé que o anima, tão velho quanto as dúvidas que alimenta.
" Tão moço quanto a sua autoconfiança, tão idoso quanto a seu medo.
"Tão jovem quanto suas esperanças, tão velho quanto seu desespero.
"Enquanto seu coração puder captar mensagens de beleza, de esperança, de coragem, de aplausos, você permanecerá jovem.
"Quando, porém, se esgotar essa receptividade e seu coração se cobrir com as neves do pessimismo e os gelos do cinismo, que Deus, então, se apiede de sua alma de velho.
OBS.: Não sei, também, quem é o autor. Achei isso, datilografado, no meio de papéis guardados por alguns anos. Como eu disse, no final do ano, fiz uma limpeza no meu passado e joguei fora uma parte dele. Alguma coisa ainda guardei, outras se foram como os anos passados.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
OS "DEZ MANDAMENTOS" DAS RELAÇÕES HUMANAS
1) FALE com as pessoas. Não há nada mais agradável e animado quanto uma palavra de saudação, principalmente hoje em dia, quando precisamos mais do que 'sorrisos amáveis'.
2) SORRIA para as pessoas. Lembre-se que acionamos72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.
3) CHAME as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos ainda é ouvir o próprio nome.
4) SEJA amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo.
5) SEJA cordial e educado. Fale e haja com toda sinceridade. Tudo o que você fizer, faça-o com todo prazer.
6) INTERESSE-SE sinceramente pelos outros. Lembre-se que você sabe o que sente, porém você não sabe o que os outros sentem. Seja sinceramente interessado pelos outros.
7) SEJA generoso em elogiar e cauteloso em criticar. Os bons líderes elogiam; sabem encorajar e dar confiança.
8) SAIBA considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro e o lado de quem está certo.
9) PREOCUPE-SE com a opinião dos outros. Três comportamentos de um bom líder: ouvir, aprender e elogiar, convenientemente.
10) PROCURE apresentar um excelente serviço de solidariedade. O que realmente vale em nossas vidas é aquilo que fazemos para os outros.
OBS.: Não sei quem é o autor. Remexendo em coisas antigas, fazendo uma faxina nas minhas coisas, achei um papel com 'esses mandamentos'. Achei interessante e resolvi postar aqui.
2) SORRIA para as pessoas. Lembre-se que acionamos72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.
3) CHAME as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos ainda é ouvir o próprio nome.
4) SEJA amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo.
5) SEJA cordial e educado. Fale e haja com toda sinceridade. Tudo o que você fizer, faça-o com todo prazer.
6) INTERESSE-SE sinceramente pelos outros. Lembre-se que você sabe o que sente, porém você não sabe o que os outros sentem. Seja sinceramente interessado pelos outros.
7) SEJA generoso em elogiar e cauteloso em criticar. Os bons líderes elogiam; sabem encorajar e dar confiança.
8) SAIBA considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro e o lado de quem está certo.
9) PREOCUPE-SE com a opinião dos outros. Três comportamentos de um bom líder: ouvir, aprender e elogiar, convenientemente.
10) PROCURE apresentar um excelente serviço de solidariedade. O que realmente vale em nossas vidas é aquilo que fazemos para os outros.
OBS.: Não sei quem é o autor. Remexendo em coisas antigas, fazendo uma faxina nas minhas coisas, achei um papel com 'esses mandamentos'. Achei interessante e resolvi postar aqui.
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