MAIO
01 - Dia Mundial do Trabalho
03 - Dia do Sertanejo
03 - Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
05 - Dia nacional das Comunicações
07 - Dia do Oftalmologista
07 - Dia do Silêncio
08 - Dia do Artista Plástico
10 - Dia da Cozinheira
10 - Dia do Guia de Turismo
11 - Dia do Barbeiro
12 - Dia do Enfermeiro
15 - Dia Internacional das Famílias
16 - Dia do Gari e da Faxineira
17 - Dia Internacional das Telecomunicações
25 - Dia do Massagista
27 - Dia do Profissional Liberal
31 - Dia Mundial da Aeromoça e do Comissário de Bordo
31 - Dia Mundial Sem Tabaco
JUNHO
01 - Dia da Imprensa
05 - Dia Mundial do Meio Ambiente
05 - Dia da Ecologia
09 - Dia do Porteiro
10 - Fundação dos Alcoólicos Anônimos (1935)
12 - Dia dos Namorados
12 - Dia do Correio Aéreo Nacional
13 - Dia do Turismo
18 - Dia do Químico
19 - Dia Nacional do Cinema
24 - Dia das Empresas Gráficas
24 - Dia da Força Aérea Brasileira
26 - Fundação da ONU
27 - Dia Nacional do Diabético
29 - Dia da Telefonista
30 - Dia do Caminhoneiro
sábado, 19 de abril de 2008
terça-feira, 8 de abril de 2008
'Ben Hur' morre aos 84 anos
O ator americano Charlton Heston morreu na noite de sábado (5) em Los Angeles, na sua residência em Beverly Hills. O astro, que ganhou um Oscar por seu desempenho no filme "Ben Hur", sofria de uma doença degenerativa com sintomas semelhantes ao do mal de Alzheimer.
Na década de 50, a indústria cinematográfica de Hollywood buscava um ator que pudesse dar vida e credibilidade a suas grandes produções épicas. Procurava um ator que, em sua vida particular, não se envolvesse em bebedeiras, brigas ou qualquer tipo de escândalo. Heston encaixava-se no perfil.
Em 1956, interpretou 'Moisés' em "Os dez mandamentos"; em 1959, estrelou "Ben Hur". Participou de grandes produções como "El Cid" (1961), "Terremoto" (1974), "Aeroporto 75" (1974) e "Planeta dos Macacos" (1968) entre outras.
Republicano fanático e conservador, foi defensor veemente do direito dos americanos a usar armas, tanto que liderou ativamente a 'National Rifle Association', organização em prol das armas.
Uma curiosidade sobre a versão muda de 1923 de "Os dez mandamentos": o monumental cenário do diretor Cecil B. De Mille está enterrado nas dunas de areia de Guadalupe, no deserto da Califórnia. O cenário, feito de madeira, gesso, pregos e arames, recriou a antiga cidade egípcia de Ramsés. De Mille decidiu enterrar a cidade cenográfica para evitar a difícil e cara demolição.
Na década de 50, a indústria cinematográfica de Hollywood buscava um ator que pudesse dar vida e credibilidade a suas grandes produções épicas. Procurava um ator que, em sua vida particular, não se envolvesse em bebedeiras, brigas ou qualquer tipo de escândalo. Heston encaixava-se no perfil.
Em 1956, interpretou 'Moisés' em "Os dez mandamentos"; em 1959, estrelou "Ben Hur". Participou de grandes produções como "El Cid" (1961), "Terremoto" (1974), "Aeroporto 75" (1974) e "Planeta dos Macacos" (1968) entre outras.
Republicano fanático e conservador, foi defensor veemente do direito dos americanos a usar armas, tanto que liderou ativamente a 'National Rifle Association', organização em prol das armas.
Uma curiosidade sobre a versão muda de 1923 de "Os dez mandamentos": o monumental cenário do diretor Cecil B. De Mille está enterrado nas dunas de areia de Guadalupe, no deserto da Califórnia. O cenário, feito de madeira, gesso, pregos e arames, recriou a antiga cidade egípcia de Ramsés. De Mille decidiu enterrar a cidade cenográfica para evitar a difícil e cara demolição.
Radiojornalismo em pauta
Em palestra realizada em 05 de abril de 2008, no Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo, Milton Jung, jornalista e radialista da Rádio CBN, mostrou os rumos do radiojornalismo moderno e que "rádio moderno não é só rádio", denominação de sua exposição.
No passado, as rádios davam preferência, erroneamente, a divulgar a notícia com rapidez sem verificar a veracidade dos fatos. Essa forma de agir, porém, faz com que a credibilidade caia por terra. Precisão e rapidez devem caminhar juntas. E é essa a semelhança que existe entre rádio e internet.
"É fundamental que o rádio trabalhe junto com a internet" - diz Milton - "é através dela que a rádio poderá ser ouvida nos quatro cantos do mundo".
O jornalista, gaúcho radicado em São Paulo desde o final da década de 80, defende uma maior participação dos ouvintes/internautas nas programações diárias. Intervenções que poderão ser realizadas através de envio de e-mails, fotos digitais e tudo aquilo que possa virar notícia. O uso de blogs também é uma forma de interação. Para ele, o jornalista tem muitos recursos tecnológicos a seu favor, basta saber usá-los.
Os caminhos do radiojornalismo moderno estão apoiados em três preceitos: criatividade (ponto chave para sobrevivência no mercado), ética (de ser e de agir) e credibilidade (construída aos poucos). E isso não se aprende na faculdade, são atributos que são desenvolvidos no decorrer da vida por cada um.
No passado, as rádios davam preferência, erroneamente, a divulgar a notícia com rapidez sem verificar a veracidade dos fatos. Essa forma de agir, porém, faz com que a credibilidade caia por terra. Precisão e rapidez devem caminhar juntas. E é essa a semelhança que existe entre rádio e internet.
"É fundamental que o rádio trabalhe junto com a internet" - diz Milton - "é através dela que a rádio poderá ser ouvida nos quatro cantos do mundo".
O jornalista, gaúcho radicado em São Paulo desde o final da década de 80, defende uma maior participação dos ouvintes/internautas nas programações diárias. Intervenções que poderão ser realizadas através de envio de e-mails, fotos digitais e tudo aquilo que possa virar notícia. O uso de blogs também é uma forma de interação. Para ele, o jornalista tem muitos recursos tecnológicos a seu favor, basta saber usá-los.
Os caminhos do radiojornalismo moderno estão apoiados em três preceitos: criatividade (ponto chave para sobrevivência no mercado), ética (de ser e de agir) e credibilidade (construída aos poucos). E isso não se aprende na faculdade, são atributos que são desenvolvidos no decorrer da vida por cada um.
sábado, 5 de abril de 2008
Catolicismo perde liderança
Recentemente, li que o número de muçulmanos ultrapassa o número de católicos no mundo. Segundo o Vaticano, os seguidores do Islã formam 19,6% da população mundial, enquanto os católicos romanos não superam os 17,4%. O catolicismo já foi a religião predominante. Hoje, não é mais assim.
Os ensinamentos do islamismo são passados de geração para geração e são seguidos por todos, já os preceitos da religião católica não são mais transmitidos para os mais novos. E quando são, o jovem, depois, opta por não seguir esses preceitos, ou muda de convicção.
Muitos católicos estão deixando as igrejas e procurando algo mais real para acreditar. Nos últimos tempos, a igreja católica vem perdendo fiéis, principalmente para as congregações evangélicas e espíritas. Nem o movimento carismático, que tentava renovar o catolicismo, conseguiu segura o êxodo.
Eu me pergunto: o que aconteceu?
Uma série de fatores contribuiu para a perda de seguidores:
- Primeiro, a igreja católica parou no tempo, não acompanhou as mudanças mundiais; as pessoas mudaram, as coisas evoluiram e ela não percebeu, ou se percebeu, recusou-se a acompanhar.
- As constantes denúncias de pedofilia contra padres em todo mundo também têm afastado os cristãos. Como assistir uma missa rezada por um homem que molesta criança? É inconcebível.
- Tem uma posição conservadora demais frente aos problemas atuais: é contra o uso de camisinha, contra o uso de pílulas anticoncepcionais, contra o aborto, contra pesquisa com células-tronco.
Afinal, é a favor do quê? Que pessoas sejam infectadas pelo vírus da Aids? Que adolescentes sejam mães sem estarem preparadas? Que pessoas morram de doenças as quais pesquisas tem possibilidade de encontrar cura ou dar-lhes uma sobrevida ou uma melhor qualidade de vida? Nem vou entrar na questão do aborto, que é mais delicada.
Quando o indivíduo procura uma igreja, uma religião, ele está buscando um alento para sua alma, algo que lhe traga paz ao seu coração, uma palavra que eleve sua auto-estima e dê forças para superar os obstáculos do dia-a-dia, um alimento para sua fé.
Enfim, fé, cada um tem a sua; religião, cada um segue a que mais se adapta a sua crença. Analisando de uma forma crua, são vários caminhos que tentam levar o homem para o entendimento de si próprio, da vida e da morte.
Os ensinamentos do islamismo são passados de geração para geração e são seguidos por todos, já os preceitos da religião católica não são mais transmitidos para os mais novos. E quando são, o jovem, depois, opta por não seguir esses preceitos, ou muda de convicção.
Muitos católicos estão deixando as igrejas e procurando algo mais real para acreditar. Nos últimos tempos, a igreja católica vem perdendo fiéis, principalmente para as congregações evangélicas e espíritas. Nem o movimento carismático, que tentava renovar o catolicismo, conseguiu segura o êxodo.
Eu me pergunto: o que aconteceu?
Uma série de fatores contribuiu para a perda de seguidores:
- Primeiro, a igreja católica parou no tempo, não acompanhou as mudanças mundiais; as pessoas mudaram, as coisas evoluiram e ela não percebeu, ou se percebeu, recusou-se a acompanhar.
- As constantes denúncias de pedofilia contra padres em todo mundo também têm afastado os cristãos. Como assistir uma missa rezada por um homem que molesta criança? É inconcebível.
- Tem uma posição conservadora demais frente aos problemas atuais: é contra o uso de camisinha, contra o uso de pílulas anticoncepcionais, contra o aborto, contra pesquisa com células-tronco.
Afinal, é a favor do quê? Que pessoas sejam infectadas pelo vírus da Aids? Que adolescentes sejam mães sem estarem preparadas? Que pessoas morram de doenças as quais pesquisas tem possibilidade de encontrar cura ou dar-lhes uma sobrevida ou uma melhor qualidade de vida? Nem vou entrar na questão do aborto, que é mais delicada.
Quando o indivíduo procura uma igreja, uma religião, ele está buscando um alento para sua alma, algo que lhe traga paz ao seu coração, uma palavra que eleve sua auto-estima e dê forças para superar os obstáculos do dia-a-dia, um alimento para sua fé.
Enfim, fé, cada um tem a sua; religião, cada um segue a que mais se adapta a sua crença. Analisando de uma forma crua, são vários caminhos que tentam levar o homem para o entendimento de si próprio, da vida e da morte.
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