quinta-feira, 23 de outubro de 2008

NEM TUDO É O QUE PARECE!


O filme "As duas faces da lei" (Righteous Kill) traz um incomensurável deleite para os cinéfilos de plantão: assistir a atuação de dois grandes astros do cinema norte americano, Robert De Niro (65) e Al Pacino (68).
Em quarenta anos de carreira da dupla, é a terceira vez que trabalham num mesmo filme. Em "O Poderoso Chefão - 2" (1974), eles nem chegaram a dividir uma cena. Em "Fogo Contra Fogo" (1995), eles atuam em, apenas, duas cenas, quinze minutos em, aproximadamente, três horas de filme.
A história do filme não é original, o enredo já foi usado outras vezes. Neste filme, uma dupla de policiais veteranos investigam crimes cometidos por um 'serial killer'. O matador deixa, junto ao corpo da vítima, versinhos justificando sua morte. Detalhe: as vítimas são bandidos, escória de Nova York. As investigações levam a acreditar que o justiceiro é membro da polícia. A trama se desenvolve num jogo psicológico envolvendo as personagens de Pacino e De Niro.
Difícil é saber quem é melhor; numa história 'meia boca', a atuação dos astros vale o ingresso. E como vale!

As Duas Faces da Lei (Righteous Kill)
Elenco: Robert De Niro, Al Pacino,John Leguizamo, Donnie Wahlberg, Carla Gugino, Brian Dennehy
Direção: Jon Avnet
Gênero: Policial
Duração: 1 hr.41 min.
Estúdio: Millennium Films / InVenture Entertainment / Nu Image Films / Emmett/Furla Films
Distribuidora: Lions Gate Films / California Filmes
Sites: adorocinema.com, cinepop.com.br

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

AOS MESTRES, COM CARINHO

A partir do momento em que nascemos, nossa vida é um eterno aprendizado. Com os pais aprendemos a fala, a andar, a comer sozinhos, etc. Depois, vem os professores que nos preparam para a vida, nos dão instrução, orientação. Escolhemos uma profissão e mais aprendizado.
Lembro-me da minha professora, no jardim de infância: Madre Montes, uma freira sisuda, de pouca conversa, que parecia ter pouca paciência com crianças. Dona Terezinha, no pré-primário, era mais tolerante com os pequenos.
Fui, então, para o Rodrigues Alves, na avenida Paulista. Minha mãe lembrou que minha primeira professora, nesta escola, foi Dona Maria Brito. De lá, trago ótimas recordações. Aprendi a gostar de Françês com a professora Léa, apaixonada pela matéria que lecionava. E através do Orkut, reencontrei amigos de infância e adolescência, que estudaram comigo nessa época.
No último ano do antigo colegial, o professor Sérgio, o Sérgião, calava a classe contando fofocas de bastidores da Literatura Brasileira.
Na faculdade de Jornalismo, tive a sorte de ter um grande mestre na cadeira de Língua Portuguesa: Péricles Eugênio da Silva Ramos (na época, considerado o melhor tradutor de Shakespeare).
Em Direito, quem marcou foi o Desembargador Marcelo Fortes Barbosa, ou carinhosamente Marcelão para os alunos. As aulas de Direito Penal eram aguardadas com expectativa, pelo menos por mim.
Depois de um longo período de "estagnação", resolvi que tinha de aprender mais. Conhecimento estava me fazendo falta. E meu primeiro contato foi com Renato Modernell. Espero, algum dia, transformar seus ensinamentos em romance, novela ou contos; o mestre me forneceu elementos para tal.
E o que falar de Marcelo Miyashita? Seus conhecimentos em Marketing e a lição de vida que são transmitidos em seus cursos são insuperáveis. O importante é ter foco e não perder de vista seus objetivos.
Parece ser fácil ler uma notícia para rádio ou TV, certo? Errado. Basta conhecer Celso Cardoso para saber que importante é ter projeção de voz, sem descer o registro. Eu ainda chego lá.
Neste ano, ensinamentos profissionais, além de conselhos e dicas importantes foram transmitidos por grandes mestres: Osório Antonio Cândido da Silva, Marli dos Santos, Moisés dos Santos, Evandro De Marco.
Não posso esquecer meus queridos amigos: André (Inglês), Ricardo (Artes Plástica) e Paulo (História). A todos, apesar de todas as dificuldades da profissão, feliz dia dos professores.